Citado pela imprensa portuguesa, uma fonte da Fábrica de Explosivos de Moçambique que é propriedade da empresa portuguesa Moura & Silva, garante que as 2750 toneladas de nitrato de amónio que explodiram no porto de Beirute destinavam-se à Moçambique.
Um porta-voz da empresa, citado pelo jornal português, Público, garante, no entanto, que aquela carga ainda não era sua e que só seria paga quando chegasse ao seu destino, a cidade da Beira.
Ainda de acordo com a mesma fonte, a encomenda foi feita em 2013 à empresa Savaro, da Geórgia. A carga não foi entregue porque ficou retida em Beirute, por ordem das autoridades locais.
No entanto, aquela carga "nunca foi entregue", uma vez que o navio ficou retido em Beirute, por ordem das autoridades locais.
A concessionária do Porto da Beira disse desconhecer tal encomenda.
Segundo fonte da empresa, citada pelo referido jornal, aquela foi uma encomenda normal, de uma matéria utilizada na sua actividade comercial.
A carga ficou armazenada no porto da capital libanesa e terá estado na origem das explosões registadas na terça-feira, que devastaram bairros inteiros e causaram 158 mortos e mais de 6.000 feridos.


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